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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 01:33

Internauta reclama abandono do Açude de Bandiaçú

Os moradores do Distrito de Bandiaçú, município de Conceição do Coité, querem que a Prefeitura cuide melhor do “Açude da Bandarrinha”

Moradores que residem na região do Distrito de Bandiaçú, 13 km da sede de Conceição do Coité, através de e-mail ao CN denunciam o descaso da prefeitura com a barragem que leva o nome antigo da comunidade, ou seja, “Açude de Bandarrinha”, um dos principais cartão postal da região, hoje com seu leito seco e tomado pelo mato. Concluído no final da década de cinquenta e inaugurado pelo então prefeito Teócrito Calixto da Cunha, na mesma ocasião que foram construídos os Açudes da Ipoeirinha, Berimbal e Penhasco, a barragem era uma das maiores do município até o dia 11 de janeiro de 2004, quando não suportou a enchente, apesar dos avisos prévios feito por moradores da região aos gestores da época, até que estourou, ficando dois anos sem receber qualquer atenção. Em 2006  a barragem foi  restaurada mas não recebeu a  limpeza nessesária.

Hoje é quase que impossível alguém que não conheça a região, saber que ali foi um dos maiores mananciais do município. Onde era muita água no passado, hoje é uma estrada de acesso a comunidade de Curralinho, município de Barrocas.

Segundo o internauta, sua preocupação com as chuvas que poderão chegar a qualquer momento é com o mato alto que ocupa todo leito e a lama que ocupa o espaço que ainda, apesar de pouca, tem água. Ao ser interrogado sobre a presença da equipe do CN no Distrito no domingo (09), moradores confirmaram a denuncia e lamentam por estimar que atualmente, a bacia d’água, em toda sua capacidade é de apenas 1,5 km, quando no passado passava de dois quilômetros. Eles disseram também que, caso não seja limpa, em menos de seis meses, estará totalmente seco.

“O que deveria ser um orgulho para o povo de Bandiaçú, o açude vive em total esquecimento por parte da prefeitura e tornou-se ponto de reclamação”, afirmou Antônio Ferreira Simões, 52 anos. “O Açude está abandonado. Por conta da força das águas do inverno do ano passado a parede encontra-se cheia de erosões. O mato tomou conta de toda sua extensão e, o que é pior, a gente não vê nenhuma autoridade se movimentando para resolver o problema”, alerta o morador.

Por: Valdemí de Assis * texto e fotos



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