politica

sexta-feira, 18 de março de 2011 21:13

Membros da família Mota e do PMDB de Valente esclarecem posição politica no município

A matriarca da família Marlene Mota garante que tudo que é dito em relação a posição política na cidade foi mentira.

Diante de tantas especulações surgidas nos últimos dias a respeito de uma suposta aproximação e aliança do PMDB de Valente e membros da família Mota com o grupo político liderado por Ubaldino Amaral (PSC), depois que a psicopedagoga Isabela Rios Mota, filha do líder político Evandro Mota e  Marlene, foi contratada pela Prefeitura. Marlene Mota foi candidata à vice-prefeita em 2008 numa chapa com Ismael Ferreira.

Os comentários cresceram depois que Isabela e Marlene participaram da reinauguração do Estádio Municipal Evandro Mota. Conforme afirmaram no CN no ato da inauguração e posteriormente ao NS, elas foram convidadas a participar do evento e aceitaram por se tratar de uma homenagem ao seu falecido pai e esposo, respectivamente.

Segundo o vereador Gabriel Mota,(foto) presidente do PMDB e líder do partido na Câmara, não houve nenhuma reunião dos representantes do PMDB com o grupo do prefeito. “Se algum filiado porventura esteve com ele, foi uma decisão pessoal e não do partido”, garantiu.  Ele finalizou dizendo que tem 11 anos na oposição e esta decisão seria um suicídio político e “permaneço na oposição”, concluiu.

A ex-vereadora Eldice Mota Carneiro, deixou bem claro que, independente da decisão individual que algum membro da família Mota possa tomar, ela afirmou que manterá a mesma posição tomada em 2008.  Esta também é posição do ex-prefeito Antônio Delfino Mota Simões, que sempre seguiu as orientações de Zé Mota, Evandro, Reinaldo Ramos, José Lídio (Zé Budinho), Miguel de Ramiro, Fernando Carneiro, Rubinho e outros do nosso grupo político. “Em 2004 e 2008 apoiei Ismael e vou continuar mantendo esse apoio para 2012. Sou filiado ao PDT, mas estou saindo do partido para me filiar a outro que seja aliado a Ismael, só não decidi ainda qual.”
Filiado ao PMDB, o médico José Nilton Mota Simões, não acredita que o partido ou a família Mota lancem candidato próprio ou apóiem o grupo do atual prefeito, mas independente de qualquer decisão deles, continuará com fiel aos seus princípios e permanecerá no grupo de oposição
O que pensa  Marlene Mota – “Participei da inauguração do estádio e se Deus me der vida e saúde participarei a tudo que se referir à pessoa de Evandro independente de partido político. Ele sempre foi um pacificador, sempre gostou de articular, mas nunca teve inimizade política. Eu ainda não tive conversa com nenhum grupo político a respeito da campanha de 2012. Considero Ismael muito, e ele vem sempre aqui me visitar, vem sempre aqui me ver, mas nunca tocamos em política, muito menos com as outras pessoas de quem eu sou mais distante. E quanto ao fato da minha filha está trabalhando na prefeitura isso não tem nada a ver com apoio político. Foi algo que até nos surpreendeu, pois o pedido foi feito ao prefeito por uma pessoa ligada a minha família que prefiro não citar o nome nesse momento. Segundo essa pessoa, ao solicitar a ele que a contratasse lembrou-lhe do início de vida dele ao lado de Evandro e que agora já que eu e minha filha resolvemos ficar em Valente seria à hora dele demonstrar essa gratidão. E ele realmente achou muito certo o pedido e a contratou, e, quanto a compromisso político não é verdade. Nós não temos nenhum. Inclusive ele (Ubaldino) nunca me tocou nada, nada, nada nesse assunto. Quando me encontra apenas me cumprimenta e me convida quando é necessário como foi no encerramento de uns cursos que eles fizeram há algum tempo e agora no estádio”.  D. Marlene complementou a entrevista dizendo:

“A primeira vez que me envolvi em política participei e estou com a minha consciência tranquila foi quando entrei de vice na chapa de Ismael porque achei que era a pessoa que naquele momento eu deveria estar ao lado e aí sim, posso dizer que a ele devia um favor. Quando Isabela foi exonerada aqui, ninguém sabe o porquê, ele quando soube pediu ao seu irmão Ildes, que era secretário da SECTI, um trabalho para ela que por sinal lhe deu um cargo muito bom. Mas com o falecimento do pai ela pediu a exoneração do cargo. Mas não existe até o momento qualquer conversa. Então qualquer coisa que usem meu nome não é verdade é tudo especulação”, finalizou.

Da redação do CN, com informações de André Franco/ NS



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