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sexta-feira, 01 de abril de 2011 20:13

Nunca Diga Nunca – Ângelo Almeida

O  impossível se comprova quando não houve tentativas.   São momentos difíceis que o mundo passa os jornais televisivos nos mostra a cara nefasta das catástrofes que assolam o mundo, no japão terremotos e maremotos, com ameaças de contaminação nuclear. No Brasil, não muito tempo, o devastamento de casas na região serrana do Rio de […]

O  impossível se comprova quando não houve tentativas.

 

São momentos difíceis que o mundo passa os jornais televisivos nos mostra a cara nefasta das catástrofes que assolam o mundo, no japão terremotos e maremotos, com ameaças de contaminação nuclear. No Brasil, não muito tempo, o devastamento de casas na região serrana do Rio de Janeiro deixando famílias e mais famílias sem amparo, sem teto, um cenário de filme de terror. Ou melhor dizendo, até pouco tempo, senas que, somente, nos filmes presenciávamos.

Mas, esse contexto, não amedronta o homem, esse ser magnífico que tem, outorgado por Deus, dominar os peixes, os répteis. Porém, somente, sabemos que um só homem dominou os mares, fez cessar agitação, o náufragio de um barco de pescadores, entre eles estava o Pedro, homem corajoso, capacitado na arte da pesca, com grande conhecimento de navegação e horas nos mares bravios da vida. Entretanto, foi acometido de susto, temor, pânico, não por as agitadas ondas, mas, ficara espantado quando visualizou um homem caminhar sobre o mar. E não foi um grande cientista, ou um magnata que providenciara um ilusionismo, nem um show espetacular de mágica. Nada disso, foi lá, no mar da Galiléia, o lugar mais pobre das circunvizinhaças de Roma se ouvira – “não é o filho do carpinteiro?”. Foi o filho de carpinteiro que receba autoridade sobre a vida, sobre mares, sobre maremotos, terremotos, sobre o universo. E o chamaram de Jesus, crucificado, morto aos olhos dos materialistas, mas, vencedor da morte, porque, até a sua morte fora o seu maior desafio, ele venceu a morte, quando poderia ter se acomodado em seu quarto nos submundo de Roma, mas ele não fez isso, ele saíra pra vida, sabia que “nada era impossível aquele que acreditasse”, e que “tudo era possível para aquele que acreditasse”.

Precisamos voltar acreditar em dias melhores, não influenciado por textos positivistas, ou apelativos por uma fé cega, sem coerência, nada disso. Estamos falando do real, de tomarmos posse de que o Planeta Terra está respondendo ao que nós “homens” plantamos, e fizemos com ele. A Terra é mais um planeta vivo, que tem reações como nós temos. Todavia, a lei da semeadura, o que o homem planta ele colhe, por isso vivemos catástrofe – como resposta aos homens que “não crêem” e, que, por se acharem sábios em si mesmo, esquecem de respeitar o seu habitat, e, pior, esquecem que entre os animais, somente, ele, homem, recebera autorização de Deus a: domar, dominar os animais na Terra. Mas, porquê, esqueceram dessa autorização?

Existe vários inimigos ocultos que o próprio homem convive, porém, quando ele se distancia do seu Criador ele vive como Adão, que disse, – “me escondi atráz da árvore, porque pequei, e tive medo”. Hora, sempre, nosso Criadro é que vem até nós, ele que por seu amor incondicional, pela graça, por não olhar nossas imperfeições, se manifesta de várias formas pra o sua criatura, chamado “homem”, desperte do sono, da ilusão, da incapacidade de domar aquilo que o oprime de não enxergar o poder da fé.

Por fim, nunca diga nunca. É sempre possível, mas, é necessário dobrar a próxima esquina, você saberá o que está na outra rua se dá o próximo passo.

 

Ângelo Almeida, cantor, compositor, escritor e professor de Teologia.
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