quinta-feira, 14 de abril de 2011 10:09

O remédio do ódio é o amor – Ângelo Almeida

Como não falar do mais sublime ato que um ser humano cheio de defeitos, mazelas, necessidades que a sua alma carrega desde os primórdios da existência? O mundo carece de amor, não um amor interesseiro, do dá cá pra receber lá. Nada disso, mas de compreensão, respeito aos diferentes sem ser indiferente. Sim, é hora […]

Como não falar do mais sublime ato que um ser humano cheio de defeitos, mazelas, necessidades que a sua alma carrega desde os primórdios da existência?

O mundo carece de amor, não um amor interesseiro, do dá cá pra receber lá. Nada disso, mas de compreensão, respeito aos diferentes sem ser indiferente. Sim, é hora de professores, formadores de opinião, comunicadores e todos aqueles que são parte do exército da tecnologia da informação propagar na internet, rádio, TV a necessidade de AMAR.

Amar, quem disse que não é possível? É sim, o que aprendemos fora deturpado, ou seja, em muitos casos que caberia um ato de amor, entrou o prazer de fazer para manipular o outro para corresponder as necessidades do egoísmo.  Assim, essa deturpação, devemos inverter, converter. Agir de forma natural, lembrando, sempre, – “o que planta o homem colhe” , “quem semeia vento, colhe tempestade”. O amor é o remédio do ódio, porque, na lei da semeadura, na lei da ação sempre atrai uma ou mais reações. Para cada atitude que tomamos no Planeta Terra, acredite, interfere no Cosmo.

Eu compreendi melhor a lei da reação, analisando dimensões e, principalmente, ondas eletromagnéticas e sonoras. Bem, as sonoras são emitidas pelos transmissores de baixa a alta frequência. Melhor explicando a rádio FM, frequência modulada, se propaga em uma área restrita. Já as ondas de amplitude moduladas – AM, elas vão longe, muito longe, e não são retas, são onduladas, se encontrarem pela frente uma barreira ou obstáculos elas passam por cima. Então, nesse contexto, pensei sobre os fios ligados e colados na nossa cabeça quando se realizam os exames de eletroencefalograma, ai, aquela máquina plugada aos polígrafos – emite as ondas do nosso cérebro. Então, se somos transmissores de ondas de baixa frequência, também, somos receptores de energias, estas, são enviadas por pessoas que nos rodeiam, ou, através de outros sinais que o Planeta Terra acolhe.

Quando disponilizamos a amar – estamos cheios do Espírito Santo, porque, temos o poder de rejeitar ou não o que é bom e o que é mal. Entretanto,  devemos ter um senso crítico, para decifrar e entender o que é bom. Devemos ter cuidado para não promover a mentira com a cara de verdade, o fim será péssimo para quem se propuser a este ato. Sabe, – ” a mentira tem perna curta”, já dizia o velho ditado popular.

Se você chegou até aqui – vai conhecer, com mais detalhes os motivos, agora, confirmando o que já tinha escrito em outro artigo – sobre o assassinato dos alunos em Realengo no Rio de Janeiro. Veja nesse vídeo o próprio assassino confessando que fora humilhado por ser diferente, e, pior, como já dissera antes, por ser discriminado, e sofrer e acolher o sentimento de rejeição – o que Jesus condenara contra aqueles que quiseram apedrejar a mulher no Evangelho de João 8, ela fora absorvida e perdoada. O amor é o remédio do ódio.

Quando o amor não cura o ódio, o ódio transmite a mentira com cara de verdade, e em nome de um ato mau, se diz ser bom. Veja e tire suas próprias conclusões:

Em vídeo, atirador de Realengo planeja ação pelos ‘bons’



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