sexta-feira, 08 de abril de 2011 12:59

Os motivos do massácre no Rio de Janeiro – Ângelo Almeida

A religão que não informa, deforma. A religião não deveria ser a cultura e ideias de povos… O Brasil fica assustado, horrorizado com o acontecimento do atirador que invadiu uma Escola no Rio de Janeiro, levando 11 crianças à morte, 13 baleadas. Como disse Dilma, nossa Presidente, – “brasileirinhos indefesos e inocentes” foram mortos, sem […]

A religão que não informa, deforma. A religião não deveria ser a cultura e ideias de povos…

O Brasil fica assustado, horrorizado com o acontecimento do atirador que invadiu uma Escola no Rio de Janeiro, levando 11 crianças à morte, 13 baleadas. Como disse Dilma, nossa Presidente, – “brasileirinhos indefesos e inocentes” foram mortos, sem um motivo óbvio.

Assim muitos vêem o que aconteceu, mas, por trás dessa ação nefasta e maligna  o assassino Wellington Menezes de Oliveira, tem uma história, uma influência. A começar ele era um jovem órfão, sem pai e sem mãe, era adotivo, vivia preso, sem interagir de igual para igual. Segundo os seus colegas era, – “o bobo da Escola”. Logo se percebe que este jovem sofreu “bulling”, a discriminação e preconceito quanto ao seu comportamento introvertido, cheio de abandonos e complexos de rejeição acompanhado com inferioridade. Mas, ainda, assim, não justificariam seus atos malignos.

Segund a  carta, ele deixa informações que alimentavam um sentimento deturpado da relação entre o homem e Deus, a influência de seitas anti-cristã, pensamentos de revolta invadiram esse mundo do Wellington Menezes de Oliveira, e, pior o não conhecimento correto de “perdão” piorou a situação. Um trecho da carta diz: – “Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco…”
( Fonte http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/leia-trecho-da-carta-do-atirador-que-invadiu-escola-no-rj.html )

Logo entendemos que existem questões religiosas, pensamento premeditado, planejamento nas sua futuras ações que resultara na morte de inocentes. Por trás dessa carta tem o pensamento anti-cristão, ao considerar os impuros, pessoas que não comungam de sua crença. Para melhor entender essas questões leia o texto Bíblico e os comentários, pois as divergências anti-cristã tem sua origem nesse episódio:

“Ao deparar-se na condição de não conseguir ter filhos, Sara sugere a Abraão que ele tome por esposa sua escrava egípicia Agar e que tivesse um filho com ela e que através disso ela seria mãe. “E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de gerar; entra pois à minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.” Gênesis 16.2.

Porém DEUS havia falado com Abrãao que seria Isaque e não Ismael que seria o filho da promessa, isso fica claro em Gênesis 17.19: “E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele.” (Nessa situção é que entra o sentimento de rejeição e inferioridade da religião islâmica, seguidores de Isamael, pois, eles não admitem esse texto, onde Isaque é o representane oficial de Abrãao, quando eles queriam Ismael o filho de Agar, aí, tem o que chamamos de ataque suicídas, terrorismo etc)

Com o nascimento de Isaque, surgem conflitos entre ele e Ismael e Sara, impelida pelas provocações, exige que Abrãao mande embora Agar e Ismael. O conflito se torna claro em Gênesis 21.9-10 “E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, o qual tinha dado a Abraão, zombava. E disse a Abraão: Ponha fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com Isaque, meu filho.” (Fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Ismael)

A partir desses fatos que acontecera na família de Abrãao é que, até hoje, o mundo sofre por faltar, – “o perdão praticado por Jesus”. Ou seja,  o assassino Wellington Menezes de Oliveira, no Rio de Janeiro, ele tinha conhecimento do ato de “perdão”, mas, observe a DETURPAÇÃO, provocada, por  faltar a interpretação coerente e sensada, assim,  a cultura religiosa, anti-cristã não ajuda melhorar o pensamento do assassino. O mesmo deixou inscrito, – “Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna.”  ( Fonte http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/leia-trecho-da-carta-do-atirador-que-invadiu-escola-no-rj.html )

O assassino tinha a concepção, a convicção, a cabeça feita, totalmente deturpada e, pior, anti-cristã, mau orientada, porque ele – não entende “perdão”, no sentido de “Deus para o homem”, aquele jovem não entendeu o perdão na dimensão horizontal, ou seja, “dele para  seu próximo”. Sabe porquê, por que, quem ensinou, a perdoar o próximo foi Jesus, na Oração do Pai-Nosso, – “…perdoa as nossas dívidas, assim, como temos perdoados aos nossos devedores.” Para Jesus, Deus perdoa os seus atos ruins, ou, pecado, quando você – confessa e deixa, ai, sim alcançará misericórdia de Deus. Na Epístola de I João 1:9, – “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e no purificar de toda injustiça”.

Não devemos esquecer, também, do 11 de setembo 2011, quando, a influência de Biladen, adepto de uma religião anti-cristã, promoveu, aconteceu aquele massacre, quando 2 aviões foram jobados sobre as Torres Gêmeas em New York, ataques suicídas coordenados por um pensamento religioso que leva em si as marcas da rejeição e inferioridade. Quando Jesus veio ao mundo foi pra acolher os desfavorecidos, fez uma ligação e inclusão social ao acolher cegos, cochos (os tais impuros, na concepção religiosa deturpada), ele acolheu.

Talvez, agora, possamos entender ações de Jesus quando absorvera a mulher apanhada em adultério, quando a lei dizia que deveria ser apedrejada, ela recebera a liberdade de recomeçar. Mais, uma vez, obrigado Jesus por vir até nós, seres carentes das suas verdades.

Ângelo Almeida, cantor, compositor, escritor e teólogo, visite www.angelogospel.com.br



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