bahia

quinta-feira, 07 de abril de 2011 08:27

Pedro Tavares exige recuperação imediata da BA -210

Prefeituras tentam amenizar a situação, passando máquinas para aplanar o chão esburacado, porém não resolve o problema que compete ao Governo do Estado.

O deputado estadual Pedro Tavares (PMDB) solicitou ao Governo do Estado a recuperação imediata da BA-210, no trecho que passa por Curaçá, Abaré, Chorrochó, Rodelas e Paulo Afonso são 290 km quase sem asfalto. Os veículos fazem o trajeto em seis horas devido à precariedade da pista. A falta de reparos na via afeta o desenvolvimento sócio-econômico da região, retarda em dobro o deslocamento e tal lentidão favorece ainda a ação de marginais que tem contribuído para elevar ainda mais os índices de violência, motivo ao qual o parlamentar tem requisitado mais rigor da segurança pública.

Por conta dessa realidade, para evitar assaltos e o impacto da via sobre os veículos, os moradores de Abaré e Chorrochó, por exemplo, para se deslocarem para Paulo Afonso ou Juazeiro fazem uso da estrada somente via Pernambuco, mais longe 100 km. Outra opção é atravessar a balsa em Barra do Tarrachil (Chorrochó), o que significa mais despesa. Pois, além de mais quilometragem o condutor ainda tem que pagar a balsa.

Prefeituras tentam amenizar a situação, passando máquinas para aplanar o chão esburacado, porém não resolve o problema que compete ao Governo do Estado. As circunstâncias de trânsito nesta e outras rodovias denunciadas só reforçam o descaso da administração estadual, segundo Pedro Tavares. “Enquanto isso, o povo sofre para se deslocar de uma cidade para outra. Seja para estudar, para buscar atendimento médico ou trabalhar”.

Amargam os prejuízos da rodovia toda região, a exemplo de Rodelas e do Projeto Pedra Branca (Reassentados da Barragem de Itaparica), que dependem da comercialização de suas produções. A primeira vive basicamente da produção do coco e o pessoal do Projeto Pedra Branca vive da banana, da manga, da goiaba, do mamão entre outros. Com a precariedade da estrada, o acesso a essas localidades tem se torna cada vez mais impraticável. Os caminhões quebram e as frutas amassam. A não recuperação da rodovia trava a continuidade, ou melhor, ameaça o escoamento da produção agrícola e demais investimentos na região.

Fonte: ASCOM



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