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domingo, 08 de maio de 2011 18:32

Coité – Jantar marcou o dia das mães da Primeira Igreja Batista

O público foi totalmente feminino, mais de 100 mulheres oraram, jantaram e receberam presentes.

A primeira Igreja Batista de Conceição do Coité comemorou o Dia das Mães com um jantar na noite de sábado (07) . O evento comemorativo aconteceu no salão de festas do Restaurante Coité Center Pizza e contou com a participação de 126 mulheres e nenhum homem.

Segundo Lídia Rodrigues, esposa do pastor Eliú Rodrigues, mensalmente acontece à reunião das mulheres integrantes da Igreja e convidadas. “Agora em maio, por se tratar da data comemorativa ao dia das mães, resolvemos realizar este evento”, falou Lídia. A presença das mulheres surpreendeu a comissão organizadora, pois a média por reunião é de 70 participantes.

Das 126 mulheres presentes, estavam mães e filhas. Tamires Tafila, 17 anos, era a mãe mais jovem, enquanto Maria do Carmo, conhecida por Carminha, uma das fundados da Congregação no município, se destacava como a mais idosa, aos 76 anos.  Rita de Cássia, também foi lembrada com a maior quantidade de filhos, ou seja, teve nove.

Foram mais de cem mulheres e apenas dois homens do CN que fizeram a cobertura

Para Luciana Lago, as mulheres são fortes e encontram forças em Jesus Cristo, verdadeira fonte de amor. “As mulheres com filhos tem suas vidas transformadas”, lembrou.  “Quando entregamos a vida a Jesus, nós adquirimos um grande poder”, concluiu Luciana uma das coordenadoras do encontro.

Luciana (de verde) Lídia e Noemia

Além de Lídia e Luciana, Noemia Sales também integra a coordenação e foi responsável pela oração direcionada para as mulheres que querem uma vida diferente. Ela se emocionou ao ler uma faixa que estava fixada na parede e dizia “mãe eu te amo”. “Minha mãe que faleceu a pouco mais de um ano”, lembrou.

Ao pousarem para foto, Lídia falou que também perdeu sua mãe no dia das mães de 2010, porém, elas entendem que suas mães estão na “glória”. As três se encarregaram de levar os presentes de mesa a mesa, sempre acompanhadas pelo repórter fotográfico do CN Raimundo Mascarenhas. VEJA OUTRAS FOTOS

“Feliz Dia das Mães a quem trouxe ao mundo pessoas de valor, que fazem o mundo valer a pena. Enfim, que no Dia das Mães todas sejam amadas e amem bastante. Que todas se orgulhem de seus filhos. E que os filhos também se sintam amados e amem suas mães”, falou Maria Ângela Almeida, convidada do aniversário que estava sendo comemorado na sala ao lado e aproveitou para orar junto com as participantes do evento evangélico.

“Busco na vida tantas coisas, que nem sei por que razão. Eu fortaleço minha vontade pra que tudo aconteça do meu jeito”. Assim cantou uma das mães, Cira Diana, a música de autoria de Eloisa Rosa. “Corro enquanto acredito, persisto até chegar ao fim. Pra descobrir, lá no final, que eu corri atrás do vento”, continua a musica.

História do dia das mães – A ideia de homenagear as mães nasceu nos Estados Unidos da América, no Estado de Virgínia do Oeste, onde residia a jovem Ana Jarvis, crente fervorosa, professora da Escola Bíblica Dominical da Igreja Metodista de Grafton, em Filadélfia.    Quando perdeu a mãe, ficou profundamente consternada e dominada pela saudade. Suas colegas, alunas da mesma Escola Dominical, resolveram prestar-lhe significativa homenagem, visando amenizar seu sofrimento e, através da qual, pudessem perpetuar a memória da sua saudosa genitora. Ao ser consultada, Ana aceitou a homenagem, mas sugeriu que, em vez de recordarem apenas sua mãe, fossem também homenageadas todas as mães, tanto as vivas como as mortas, o que foi aceito.

A homenagem foi prestada, mas na intimidade e com grandes bênçãos espirituais. Diante disso, resolveram Ana Jarvis e suas amigas, comemorar publicamente o Dia das Mães e, assim, outras Igrejas Evangélicas passaram, também, a fazer o mesmo.

Ana Jarvis quis tornar a solenidade uma data nacional, pelo que muito trabalhou. Em 10 de maio de 1914, o Congresso Nacional recomendou a comemoração do Dia das Mães e o Presidente Woodrow Wilson assinou decreto-lei considerando o “segundo domingo de maio ‘dia das mães’”.

Em 12 de maio de 1918, pela primeira vez, o Dia das Mães foi comemorado no Brasil, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, por promoção do seu Secretário Executivo, Rev. Frank M. Long, pastor metodista.

Em seis de maio de 1932, o Dr. Getúlio D. Vargas, então Presidente da República, atendendo a um apelo da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, assinou decreto-lei considerando o segundo domingo de maio consagrado às mães, “em comemoração aos sentimentos e virtudes que o amor materno concorre para despertar e desenvolver no coração humano, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, no sentido da solidariedade humana”.

Atualmente o Dia das Mães é comemorado em muitos países, mas em datas diferentes. Nos Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica, é comemorado no segundo domingo de maio.

Na Noruega, no segundo domingo de fevereiro, na Argentina, no segundo domingo de outubro, em Líbano, no segundo dia da primavera. No México, é comemorado sempre no dia 10 de maio.

Em Portugal e Espanha, a data também é fixa. O dia das mães coincide com a festa de Nossa Senhora da Conceição, oito de dezembro.

Na Suécia, é festejada no ultimo domingo de maio e na Suécia no quarto domingo da quaresma.

Oração pelas mães – Ó Deus, nós te louvamos e pedimos Tua bênção sobre as mães. Nós te agradecemos por aquelas que nos deram à luz com sofrimento e nos amam, ainda mais, pela dor que lhes causamos. Que nos alimentaram com seu seio e nos ninaram até dormirmos no calor e na segurança de seus braços. Nós te agradecemos pelo seu amor incansável, e por suas orações sem palavras; damos-te graças porque elas nos seguiram, embora sofressem, através dos nossos erros e nos trouxeram de volta. Nós pedimos que nos perdoem se, com um egoísmo inconsiderado, nós desfrutamos de seu amor como direito nosso, sem lhes dar a ternura pela qual elas ansiavam como única recompensa. E se ainda temos o tesouro que é uma mãe ainda com vida, que possamos fazer por sua fraqueza aquilo que ela fez pela nossa.

Lembramo-nos de todas as mulheres que estão agora suportando a dor e o cansaço da maternidade. Dá-lhes forças físicas e espirituais para essa nova tarefa. Amplia seus horizontes para que elas se vejam não apenas como mães de uma criança, mas como mulheres que podem construir um futuro melhor para o nosso país com vidas novas e puras. Que nossas jovens se conscientizem de que poderão ser mães no futuro, e possam preservar a pureza e energia de seus corpos e mentes para a tarefa sagrada para a qual o futuro talvez as chame.

Abençoa com graça especial, nós te pedimos àquelas mulheres que desejam ser mães, mas que não terão essa alegria. Ajuda-as a vencer a amargura do desapontamento, e a achar uma expressão para o seu amor maternal sufocado, dando-o a todos os corações solitários e órfãos desta tua grande família aqui na terra.

Que teu amor protetor de mãe, possa agora tirar a humanidade do reino da força bruta e  levá-la a fundar a grande família humana, no poder do amor.

Por: Valdemí de Assis / foto: Raimundo Mascarenhas



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