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terça-feira, 21 de junho de 2011 16:32

Homem acusado de assalto casa lotérica em Coité é morto a tiros

Vitima recebeu dois tiros na cabeça foi socorrido para a emergência do HR mas não resistiu.

Vítima chegou com vida ao hospital

 

Glauber Silva dos Santos, 19 anos, conhecido como “Driel” morador da Rua Dionísio Pinto, Bairro dos Barreiros em Conceição do Coité, foi mais uma vítima de motoqueiros por volta das 12h30 desta terça-feira (21). Segundo informações da polícia, ele estava sentado em frente a um bar na Rua da Pampulha, quando surgiu uma moto Honda Broz vermelha com dois ocupantes perguntando quem era Driel, o mesmo teria respondido “sou eu” quando foi chamado em particular recebeu dois tiros a queima roupa na cabeça.

Populares prestaram socorro a vítima que deu entrada cerca de dez minutos depois no Hospital Regional (HRCC) ainda com sinais vitais, mas não resistiu.

Vítima não era conhecida dos atiradores – Esta é a hipótese defendida por uma moradora da rua onde residem os pais de Driel, pois segundo ela, os dois chegaram à residência procurando por ele e informaram que até meio dia estava em casa, mas que havia saído e não disse para onde. Os desconhecidos teriam perguntado a outras pessoas pela vítima, mas ninguém informava, até que por volta das 12h30, ele estava em um grupo de amigos na frente do bar e os ocupantes da moto perguntaram quem era Driel, ao ser identificado, foi chamado em particular e ficaram cerca de dez minutos conversando, quando as pessoas próximas ouviram os disparos.

Assaltou lotérica há quase um ano – Glauber Silva era viciado em drogas e no dia 09 de julho do ano passado (2010), realizou um assalto que caracterizava uma pessoa drogada, pois em plena luz do dia, numa sexta-feira, dia de feira livre, ele chegou muito rápido e saltou o compartimento que divide o cliente do caixa e caiu na bancada da maquina da lotérica, apenas três clientes estavam no recinto que saíram correndo, ele empurrou uma das funcionárias e começou a pegar o dinheiro. O tempo em que ele permaneceu dentro da lotérica foi de apenas 12 segundos.

Na ocasião ninguem sabia a identidade do assaltante que foi descoberto dias depois e se aperesentou com um advogado na delegacia. Informações também dão conta que ele não mais se envolveu em delito depois do episódio da lotérica.

Por: Raimundo Mascarenhas

 



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