Especialista dar dicas de como ser bem sucedida no trabalho e no amor

O estudo serve como conselho para aquelas que estão bem sucedidas na profissão e infeliz no amor.

As mulheres conquistaram espaço no mercado de trabalho. Das plataformas de petróleo à direção das multinacionais, elas conseguiram entrar em todos os “clubes do bolinha”. Mas junto com o sucesso profissional também veio a falta de tempo para a vida pessoal. Agora essas profissionais bem-sucedidas precisam se reinventar novamente para não deixar o amor de lado. Esse é o desafio proposto pelo livro “Mulheres de Sucesso Querem Poder… Amar”, escrito pela expert em relacionamentos Joyce Moysés. “Nos últimos anos, a mulher foi com tudo ao mercado de trabalho e mostrou competência. O desafio agora é reequilibrar o lado pessoal que ficou em segundo plano nesse período, mas sem que isso signifique uma volta para casa, porque ela não quer perder o que conquistou”, diz a autora.

Depois de ouvir executivas de sucesso que conciliam bem amor e trabalho, além de profissionais como o psiquiatra Contardo Calligaris e a sexóloga Laura Müller, Joyce listou seis atitudes que prometem alavancar a vida amorosa. Saiba quais são elas e pratique!

1. Deixe a capa de supermulher no cabide
A primeira atitude proposta no livro é que elas abandonem o estilo autossuficiente – do tipo que dá conta do recado sozinha em todas as áreas da vida. “A mulher teve mesmo que chutar a porta para conseguir entrar no mercado de trabalho, mas hoje ela já conquistou muitas vitórias e não precisa mais ser ‘mulher-maravilha’, ela pode agir agora de uma forma mais humana, adulta”, esclarece Joyce, lembrando que não dá para cobrar das relações o mesmo nível de perfeição da vida profissional. O grande risco é enviar sinais aos homens de que eles não são necessários na vida delas.

Maria Cristina Pinto Gattai, professora do Departamento de Psicologia Social da PUC de São Paulo, explica que as relações estão passando por um período de transformação, com os homens tendo o seu antigo papel de ‘macho-provedor’ posto em xeque por mulheres cada vez mais independentes. “Essas mudanças de papéis, até da própria imagem da mulher, acaba afastando alguns homens receosos de iniciar qualquer relação”, argumenta.

2. Defina o seu tipo de homem (possível)
Para estabelecer um relacionamento saudável também é preciso que a mulher tenha claro qual tipo de homem deseja ter ao seu lado – e que ele seja um ser humano possível. “As mulheres cobram que eles sejam sensíveis, mas também não querem um chorão no travesseiro do lado, com inteligência emocional rasa. Exigem que eles dividam as tarefas, só que rejeitam a ideia de dividir a conta do restaurante e do hotel”, escreve a autora no livro, expondo a eterna contradição feminina.

3. Não deixe a agenda engolir você
Parar de se esconder na desculpa da falta de tempo é a proposta da terceira atitude. É preciso que as mulheres avaliem suas vidas e percebam se estão ou não dando espaço para o amor surgir ou se fortalecer. Se a intenção for uma ascensão profissional muito rápida, a vida afetiva pode acabar ficando de lado. É questão de escolher e arcar com as consequências. “Se elas desacelerarem um pouco, talvez acumulem menos status, controle… Mas que tal ganhar mais tempo? A maioria dos estressados não quer entregar nada”, pondera a psicóloga Ana Maria Rossi no livro.

4. Inclua o amor nos seus planos
Ainda lindando com a questão do tempo, a quarta atitude propõe que as mulheres incluam o amor nos seus planos profissionais. Não é preciso atingir todas as metas da carreira para só depois desenvolver um relacionamento. Além disso, fazer uma autoavaliação de tempos em tempos pode ser produtivo. “Medir se avançou (e como), analisar sua vida novamente para decidir se seguirá em frente ou corrigirá a rota”, propõe Joyce.

5. Cultive o desejo
“Desculpe desapontá-la, mas acreditar que seu parceiro saberá exatamente como excitá-la é uma ilusão daquelas”, aponta a autora. Segunda ela, é fundamental a mulher expressar ao homem seus desejos e suas vontades sexuais – mas sem bancar a mandona, tem que se entregar também. “Basta que seja mulher, adulta, responsável pelo seu prazer, feminina. No sexo não se manda, simplesmente se entrega ao outro numa via de mão dupla”, sugere a sexóloga Laura Müller numa conversa com a autora.

6. Fortaleça o vínculo com o parceiro
A última atitude prega que é preciso reforçar todos os dias a relação para que ela possa aguentar os momentos de crise na vida a dois e profissional. Exercitar a tolerância e não deixar de lado a negociação, o bom senso e a gentileza. Quando os problemas surgirem, nada de assumir o tom acusador. Esfriar a cabeça antes de conversar é sempre a primeira e melhor escolha a ser feita.

 

Fonte: IG

 

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