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sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012 16:19

Região do Sisal – Em Conceição do Coité, bancos fecham mais cedo. Em Santaluz nem abriram

Em Conceição do Coité, apesar dos rumores e boatos de assaltos e arrastões na feira livre, não aconteceu nada diferente de outro dia de feira normal, diz polícia.

O clima de tensão após a paralisação parcial da Policia Militar e Bombeiro na quarta-feira (01), na Bahia já ganhou uma dimensão bastante preocupante, principalmente pela onda de terror que ocorreu nas principais cidades do estado, Salvador e Feira de Santana na quinta-feira (02).

Conceição do Coité – Hoje, sexta-feira, dia de feira livre na cidade logo pela manhã rumores e boatos de arrastão e assalto ao Banco do Brasil na cidade mexeu com o psicológico da população que preferiu se resguardar de possíveis ações criminosas. Por volta das 14h era visível a fraca movimentação nas barracas da feira e muitas delas foram desmontadas antes do horário habitual,” tá velho que peguei uma feira ruim como essa”, contou um feirante.

Mas quem vive a realidade dos negócios está certo de que sem banco o comércio não funciona, principalmente na primeira quinzena do mês e a cidade realmente ficou sem o atendimento do Banco do Brasil depois do meio dia, procedimento seguido pelo Bradesco, Banco do Nordeste e a cooperativa de Crédito SICOOB, está última ainda permaneceu atendendo normal, porém de forma prudente, o vigilante abria a porta na medida que o cliente se aproximava. Somente a CAIXA cumpriu o atendimento normal.

Lotéricas e correspondentes bancários também realizaram o atendimento normal, mesmo com o semblante de pânico dos funcionários.


Santaluz nem sequer abriu os bancos – A cidade de Santaluz viveu uma movimentação atípica também, os gerentes da ASCOOB cooperativa de Credito e Banco do Brasil ainda pela manhã antes do expediente sentaram com o tenente Gilvan Pereira para saber qual o procedimento que deveriam tomar para o funcionamento ou não das instituições, o oficial expôs a situação e disse não se manifestar se abrir ou não, sugeriu apenas que ambos avaliassem o momento atual, isto depois de contactar com seus superiores capitão Joilson Lessa e o tenente coronel Vitor Santana.

Os gerentes então optaram por não abrir as agências para atendimento ao público, funcionando apenas os terminais de auto atendimento.

Segundo informações, em 2001 quando houve uma paralisação semelhante na Bahia, aconteceu arrastões em Santaluz e a cidade ainda sofre com o assalto ocorrido a pouco mais de 2 anos, quando tiveram policias reféns, veículos de passeio e até um ônibus incendiado.

Por: Raimundo Mascarenhas



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