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terça-feira, 20 de novembro de 2012 22:22

Novo caso de obesidade mórbida comove a Bahia

Segundo a mãe do jovem, aos 12 anos ele já sentia uma grande dificuldade para se locomover e aos 15, já estava praticamente inválido.

Apenas 23 anos, com o peso aproximado de 280 kg. Foto: Acorda Cidade

Depois de uma grande luta para tentar salvar a vida de Wellington Cortes Conceição, 33 anos, morador de Amélia Rodrigues, que precisou ser retirado de casa com um guindaste para ser levado ao Hospital Geral do Estado e depois transferido para o Roberto Santos, onde morreu pouco dias depois de iniciar o tratamento, agora uma situação semelhante vem chamando a atenção da Bahia.

Um novo caso de obesidade mórbida vem preocupando os familiares de Francisco Araújo Silva, que tem apenas 23 anos e pesa cerca de 280 quilos.Ele está internado desde o último domingo,18, no Hospital Regional de Serrinha e sua mãe Maria Aurizete de Araújo, pede ajuda para que o filho seja transferido para Feira de Santana.
      
Maria Aurizete contou a reportagem do Acorda Cidade que o filho começou a engordar aos nove anos de idade e que pouco tempo depois já sentia cansaço ao andar. Segundo ela, aos 12 anos Francisco já sentia uma grande dificuldade para se locomover e aos 15, já estava praticamente inválido.

Wellington Conceição morreu ao iniciar o tratamento

“Na época eu procurei um médico em Salvador e ele me disse que o meu filho precisava de uma cirurgia que custava 10 mil reais. Eu não tinha condições financeiras e não pude fazer a cirurgia”, disse.

A mãe de Francisco relatou as dificuldades que o filho enfrentou para sair de casa e ir para o hospital devido ao seu peso e também as dificuldades diárias dentro da própria casa.

“Ele tem muitas dificuldades em casa, pois eu não posso dar o que ele precisa. Ele não tem um quarto só para ele, não tem um banheiro, eu é que tenho que cuidar dele, colocar frauda. Infelizmente não tenho ajuda. Houve uma dificuldade para tirá-lo de casa e trazê-lo até o hospital”, contou.

Maria Aurizete informou que o filho está com falta de oxigênio e está respirando com ajuda de aparelhos. Ela disse que não sabe se Francisco, nas condições em que se encontra, poderá fazer uma cirurgia. “Ele já teve mais de seis paradas cardíacas, seguidas de convulsões. É uma cirurgia de risco”, disse.

 

Da redação CN * informações Acorda Cidade

 



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