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sexta-feira, 19 de setembro de 2014 18:15

Coordenação do CAPS disse que Egídio não frequenta a entidade a aproximadamente um ano

O CAPS enviou nota e o Calila democraticamente abre espaço para tais esclarecimentos.

Cesar Maciel sempre segurando o doente enquanto recebia o apoio de Robson que segurava uma corda.

Cesar Maciel sempre segurando o doente enquanto recebia o apoio de Robson que segurava uma corda.

O episódio da última quinta-feira,18, quando Egídio Carmo dos Santos,45 anos, morador do Povoado de Domingos, em Conceição do Coité, subiu a torre da empresa de telefonia móvel VIVO ameaçando se jogar e que foi divulgado aqui no Calila Noticias como sendo um paciente do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS, inclusive citando informação do funcionário Márcio Bary sobre Egídio, que segundo ele, é uma pessoa que quer sempre ter prioridades e que na saúde mental todos são tratados iguais, por sofrerem os mesmos problemas, não foi aceita pela coordenação geral que garante que Egídio não vem sendo acompanhado por ele se ausentar dos tratamentos, de acordo com a nota enviada ao Calila o funcionário não deveria ter falado nada por não ter autorização.

O CAPS enviou nota e o Calila democraticamente abre espaço para tais esclarecimentos. Leia na íntegra.

O CAPS Dourival Ramos Pinto, vem, através de sua Coordenadora Técnica, Vanessa Carvalho, retificar a declaração apresentada pelo funcionário do CAPS, publicada na notícia acima, sem autorização da coordenação do órgão, com esclarecimentos que a seguir serão expostos.

O título da reportagem afirma que o Sr. Egídio Carmo dos Santos é paciente do CAPS, mas, há aproximadamente um ano, não vem frequentando a unidade, mesmo porque que a patologia da qual sofre é de ordem neurológica, não correspondendo ao público de atendimento deste Centro de Atenção Psicossocial.

Cumpre salientar que não há evidências que permitam conjecturas a respeito do estado emocional do Sr. Egídio Carmo dos Santos, ou mesmo sobre a razão pela qual ele praticou o ato de subir na Torre telefônica, até porque não houve contato entre a pessoa referida e funcionários do CAPS após seu resgate. E, mesmo que tivesse ocorrido, sendo usuário ou não, o direito ao sigilo seria preservado.

Para finalizar, é importante esclarecer que os usuários do CAPS não são iguais entre si. Ao contrário, o Centro de Atenção Psicossocial deste município se baseia no entendimento de que cada um é singular, mas sim, que tem direitos iguais a qualquer cidadão.

19/09/2014

 



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