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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 16:23

Caminhoneiros fazem manifestação na BR-116 Norte, em Feira de Santana

O policial rodoviário federal, Pedro de Jesus, informou que a liberação da pista foi negociada com os caminhoneiros e que foi determinada a retirada dos pneus que estavam sendo queimados na rodovia.

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Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

 

Caminhoneiros realizaram uma manifestação nesta terça-feira (24), em Feira de Santana, contra o preço dos combustíveis e os valores baixos dos fretes. Eles interditaram os dois sentidos do km 420 da BR-116 Norte, próximo à passarela do bairro Cidade Nova, e momentos depois liberaram, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), parte dos sentidos das pistas para a passagem de automóveis e ônibus.

O policial rodoviário federal, Pedro de Jesus, informou que a liberação da pista foi negociada com os caminhoneiros e que foi determinada a retirada dos pneus que estavam sendo queimados na rodovia.

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Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“O princípio básico da PRF durante a manifestação é tentar contornar a situação da melhor forma possível, e de maneira pacífica para garantir o direito de ir e vir das pessoas. De forma alguma aceitamos a queima de pneus. A manifestação deles é pacífica e estamos os orientando para que continue desta forma, sem atrapalhar o cotidiano das outras pessoas”, disse o PRF informando que os caminhoneiros vão passando pelas rodovias e, em determinados momentos, param e fecham a pista para realizar o protesto. O mesmo está acontecendo em várias partes do país.

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Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O caminhoneiro Darlan Júnior reclamou do preço dos combustíveis e disse que ele e os colegas vão esperar uma resposta da presidente Dilma, que estará em Feira de Santana amanhã (25).

“Sem caminhão o Brasil para. Queremos mostrar isso para a presidente e amanhã vamos aguardar uma resposta dela aqui. O preço do frete abaixou e o preço do óleo Diesel aumentou. Estamos reivindicando a redução do preço. Não tem condições nenhuma de a gente trabalhar assim”, desabafou.

Acorda Cidade

 

 



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