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sexta-feira, 06 de fevereiro de 2015 14:27

Estudante da Bahia passa em 1º lugar em medicina na USP e Unicamp

A jovem, que mora em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, fez o ensino médio no Colégio Militar de Salvador, uma escola pública federal, e dois anos de cursinho pré-vestibular.

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(Foto: Divulgação/Luciene Prates/Curso Interseção)

Ana Luisa Rocha, de 18 anos, foi aprovada em primeiro lugar em medicina nos vestibulares da Universidade de São Paulo (Fuvest/USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Obteve ainda a maior nota entre todos os candidatos inscritos no geral nos dois vestibulares com a pontuação que conseguiu acrescida de bônus por ter feito o ensino médio em escola pública. Ana Luisa optou por estudar na USP.

A jovem, que mora em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, fez o ensino médio no Colégio Militar de Salvador, uma escola pública federal, e dois anos de cursinho pré-vestibular.

Ana Luisa também foi aprovada na Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP).

Mas esta não foi a primeira vez que a estudante viu seu nome nas chamadas das instituições. Quando ainda cursava o segundo ano do ensino médio, seu primeiro ano no cursinho pré-vestibular Interseção, no bairro da Pituba, Ana Luisa foi aprovada na UFBA e Uneb.

São Paulo como meta – Contrariando a vontade dos pais, a meta da estudante era passar na USP ou na Unicamp e, com isso, se mudar para São Paulo.

“Insisti na minha meta de estudar em São Paulo e passei a me dedicar integralmente aos estudos no cursinho com foco na USP e Unicamp”, conta a jovem, que saiu do colégio em junho de 2014.

No colégio militar, quando um aluno é aprovado no vestibular no fim do segundo ano, ele conclui o ensino médio na metade no ano seguinte.

Com o fim da escola, a rotina de estudos se intensificou. Ana Luisa acordava às 6h, estudava até as 11h30, almoçava, ia para o cursinho e lá ficava até às 19h10, voltava para casa e seguia com seus estudos até às 23h.

“Como não tinha disponível o tempo desejado para estudar, tive que aprender a fazer um bom aproveitamento do tempo”, afirma a jovem, que aos fins de semana ainda ia ao cursinho para fazer simulados e treinar redação.

G1BA



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