politica

terça-feira, 15 de março de 2016 17:52

Deputado Sargento Isidório leva ‘mosquito gigante’ para AL-BA e gera discussão: ‘vai virar escola de samba’

O deputado Adolfo Viana (PSDB) questionou o acessório do pastor. “Se todo mundo decidir levar mosquito ou botijão de gás, a Casa vai virar baderna.

Deputado queria mostrar o 'tamanho' do problema que a Bahia enfrenta.

Deputado queria mostrar o ‘tamanho’ do problema que a Bahia enfrenta.

O deputado estadual Pastor Sargento Isidório (Pros) gerou um debate inusitado na sessão desta terça-feira (15) da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O parlamentar levou ao plenário um “Aedes aegypti” gigante, para falar sobre os casos registrados de dengue, zika e chikungunya. “Precisamos de todas as religiões para que nós possamos combater esse mosquito miserável, bandido, desgraçado, que subtrai a saúde de nossa população como crianças, pessoas decentes, honestas. Esse mosquito está tirando a paz de muita gente e não é motivo pra brincadeira”, defendeu, antes de cantar uma música sobre o tema.

Logo após o pronunciamento, o deputado Adolfo Viana (PSDB) questionou o acessório do pastor. “Se todo mundo decidir levar mosquito ou botijão de gás, a Casa vai virar baderna. Nós precisamos criar alguma regra ou procedimento. Se cada um vier com um mosquito desse vai virar escola de samba”, criticou o tucano.

O deputado Rosemberg Pinto (PT) entrou no debate, e alegou que a própria oposição já havia levado faixas e caixões ao plenário. Isidório completou, ainda, que conhece o estatuto e regimento da AL-BA. “Agora não sou formal nem hipócrita. Baderna não é coisa do meu perfil e eu prefiro não dizer que o senhor tem perfil de baderneiro. Aqui nessa casa já teve coisas muito pior. Eu sou brincalhão, poético, teatral. Mas nunca fiz baderna nesse parlamento”, defendeu.

O debate foi encerrado pelo presidente da Casa, Marcelo Nilo, que prometeu que a situação será avaliada pela Mesa Diretora. “Eu sou completamente contrário pra trazer o mosquito desse, mas também fui contrário quando trouxeram o caixão. Se o caixão entrou, e eu respeitei os deputados que faziam oposição naquela época, não tem como ter dois pesos e duas medidas”, avaliou.

Fonte: Bahia Noticias



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