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quinta-feira, 18 de agosto de 2016 17:12

Brasileiras Martine Grael e Kahena garantem ouro na vela

Desde 1996, quando Robert Scheidt fez sua primeira disputa olímpica, Brasil sempre esteve presente no pódio; prata fica com a Nova Zelândia e bronze com a Dinamarca

brasileiras

Era a última regata da vela na Olimpíada do Rio, a chance final de medalha para o Brasil na segunda modalidade que mais rendeu pódios ao país na história dos Jogos. E não dava para passar em branco logo em casa. A redenção veio com emoção. Teve estratégia, ultrapassagem na reta final e uma atuação perfeita da dupla Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX. Na tarde desta quinta-feira, as brasileiras venceram a medal race com o tempo de 21m22s e deixaram claro que na Baía de Guanabara são elas que mandam. Uma medalha de ouro para fazer jus à fama do esporte na história brasileiro.

Foi como velejar no quintal de casa. Em uma categoria muito equilibrada, com quatro duplas chegando à regata da medalha na disputa pelo ouro, Martine e Kahena fizeram valer o fator casa. Depois de vencerem os dois eventos testes que foram realizados no local, chegaram ao dia decisivo da classe praticamente empatadas com os barcos da Nova Zelândia, Dinamarca e Espanha. E a vitória do ouro, disputada na raia do Pão de Açúcar, veio por uma diferença de apenas dois segundos. Para celebrar? Mergulho coletivo nas águas criticadas e que geraram apreensão durante todo o ciclo olímpico. Mas que garantiram ao Brasil uma sequência importante na vela: desde 1996 que o país conquista pelo menos uma medalha no esporte.

A prata ficou com a dupla da Nova Zelândia, Alex Maloney e Molly Meech, o bronze para as dinamarquesas Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen.

A 49erFX fez sua estreia olímpica nos Jogos do Rio. Seu primeiro mundial foi em 2013 e desde então todo ano teve uma campeã diferente. Martine e Kahena venceram em 2014 – o primeiro ouro em um mundial da vela feminina do Brasil – e ganharam o primeiro evento-teste da Olimpíada. No ano seguinte alternaram vitórias e segundos lugares, mas viram as adversárias crescerem. Faturaram o segundo evento-teste e perderam o mundial de 2015 na regata da medalha para as italianas Giulia Conti e Francesca Clapcich. Este ano ficaram em sexto no mundial vencido pelas espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos.

A 49erFX fez sua estreia olímpica nos Jogos do Rio. Seu primeiro mundial foi em 2013 e desde então todo ano teve uma campeã diferente. Martine e Kahena venceram em 2014 – o primeiro ouro em um mundial da vela feminina do Brasil – e ganharam o primeiro evento-teste da Olimpíada. No ano seguinte alternaram vitórias e segundos lugares, mas viram as adversárias crescerem. Faturaram o segundo evento-teste e perderam o mundial de 2015 na regata da medalha para as italianas Giulia Conti e Francesca Clapcich. Este ano ficaram em sexto no mundial vencido pelas espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos.

G1.com



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