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quinta-feira, 25 de agosto de 2016 17:25

Cerca de 5% dos detentos liberados na saída temporária do Dia dos Pais não retornaram ao presídio de Feira

Os detentos que não retornaram já são considerados foragidos. Ele afirma que já foi informado à Vara de Execuções Penais e atualmente eles são foragidos da justiça e podem ser capturados a qualquer momento pela Polícia Militar e pela Polícia Civil

Ano passado 9% dos detentos que ganharam o direito não retornaram | Foto : arquivo Ed Santos Acorda Cidade

Ano passado 9% dos detentos que ganharam o direito não retornaram | Foto : arquivo Ed Santos Acorda Cidade

No dia 12 desse mês, cerca de 100 detentos deixaram o conjunto penal de Feira de Santana para a saída temporária do Dia dos Pais. Com o retorno previsto para o dia 18, cerca de 5% não retornaram. De acordo com o diretor do presídio, capitão Alan, o número de detentos que não retornou foi menor do que o do ano passado no mesmo período.

“É comum, infelizmente, nessas saídas temporárias alguns presos não retornarem. Esse ano, na saída do Dia dos Pais, tivemos uma redução desse não retornou. No último período tivemos 9% de não regressos, esse ano tivemos 5%, então isso é fruto de um trabalho que tinha sido feito de conscientização para que eles cumpram esse prazo estipulado em lei”, afirmou.

Segundo o capitão Alan, os detentos que não retornaram já são considerados foragidos. Ele afirma que já foi informado à Vara de Execuções Penais e atualmente eles são foragidos da justiça e podem ser capturados a qualquer momento pela Polícia Militar e pela Polícia Civil.

O diretor do presídio informou ainda que também houve uma redução no número de atrasos no retorno. Ele explicou que os detentos que retornaram ao presídio após o dia 18 serão submetidos a um processo disciplinar interno. “Geralmente são encaminhados a um conselho, que julga esse comportamento e define a modalidade de punição”, explicou.

Sobre a obrigatoriedade da tornozeleira eletrônica para liberar os presos nas saídas temporárias, o capitão Alan afirmou que a secretaria estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização tem buscado fechar todas as nuances do processo licitatório. “Esperamos que até o final deste ano a gente possa contar com essa ferramenta que é de total importância para o monitoramento”, disse.

As informações são do repórter Aldo Matos do Acorda Cidade



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