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terça-feira, 18 de outubro de 2016 16:50

Prefeito de Tucano veta projetos que aumentam salários de vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários

Assim sendo, os subsídios para todos os cargos citados ficarão no valor que se encontra atualmente e congelado para os próximos quatro anos

O prefeito de Tucano, Igor Nunes (PT), protocolou nesta terça-feira (18) na Câmara Municipal vetos aos Projetos de Lei que aumentavam o salário dos vereadores, do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais a partir de 2017.

Segundo o gestor municipal, além de os projetos não contarem com apoio de maior parte da população, a economia nacional passa por momentos desfavoráveis e de forte crise, o que tem prejudicado as finanças dos municípios.

Entre 2013 e 2015, Dr. Igor como é conhecido politicamente reduziu em 20% os salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais, no intuito de equilibrar as contas públicas. “Não posso, pois, fechar os olhos para os fatos. Não me sentiria com a consciência tranquila caso sancionasse o Projeto de Lei referido, sabendo que o povo está sofrendo em razão dessa crise de grandes proporções. Justo, pois, que ouçamos a voz do povo”, justificou o prefeito no texto do veto.

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Ainda segundo Dr. Igor, conceder reajuste nesse momento vai de encontro à política de contenção de despesas adotada durante todos os anos de sua gestão, e lembrou que o município ainda continua extrapolando o índice de pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mesmo com todos os esforços de redução, o que, por si só, já inviabiliza os aumentos.

Para o prefeito, a voz da população deve ser ouvida e a manifestação popular contrária aos aumentos deve ser levada em consideração. “Formamos a representatividade política da nossa cidade. Devemos nos unir em um espírito de paz, serenidade e ação em respeito à opinião pública. Não tenho dúvida alguma que a vontade da grande maioria da população é repelir todo e qualquer ganho real da classe política”, defendeu Dr. Igor.

Assim sendo, os subsídios para todos os cargos citados ficarão no valor que se encontra atualmente e congelado para os próximos quatro anos, porém os vereadores podem derrubar o veto.

Redação CN | Fonte: ASCOM PMT



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