esporte

segunda-feira, 21 de novembro de 2016 11:05

Bahia possui 93,4% de chance de subir para a Série A

Tricolor disputa uma das duas vagas restantes com Vasco e Náutico; decisão acontece no próximo sábado, na última rodada da Série B

Na rodada derradeira da Série B, próximo sábado, existem 27 possíveis combinações de resultados para definir quem assegura as duas vagas restantes para a Série A de 2017. Em  apenas uma o Bahia não estaria com a vaga assegurada. Com 93,4% de chance, segundo a UFMG, o Esquadrão só não subiria em caso de derrota para o Atlético-GO, lá, além dos triunfos de Vasco, diante do Ceará e do Náutico contra o Oeste, ambos em casa.

Talvez por este pequeno detalhe, um  único ponto de colisão, o técnico Guto Ferreira prega a cautela, apesar da euforia coletiva sobre o acesso. “Dentro do nosso ambiente de trabalho, falta um ponto. Não temos nada garantido. Não adianta confiar em uma situação que não está concreta. Na hora que tiver na mão, vou aceitar. O mais fácil e mais difícil é da boca pra fora. A realidade é o que conta. Não adianta se iludir e acompanhar o discurso das pessoas. A realidade não tem sido o que as pessoas falam lá fora”, assegurou o técnico tricolor.

Para o Bahia, resta apenas um ponto para que o acesso seja garantido matematicamente, sem depender de mais nada. Em caso de um empate de Vasco ou Náutico, até uma derrota diante do Atlético-GO garante o acesso. Logicamente, não é isto que Guto Ferreira quer.

“Estamos jogando o possível para ultrapassar as barreiras e conquistar os resultados. O mais importante é alcançar o objetivo final. Quando estivermos 100% garantidos, na hora que passar a régua, estivermos entre os 4, estarei tranquilo. Até lá, tudo o que se fala externamente não tem importância. O que se fala internamente é que temos que buscar esse ponto ou mais. Buscar o resultado que nos faça ficar entre os quatro”, prega.

CARNE E OSSO

A cautela se mistura com a ansiedade. Mesmo se mostrando confiante, mas sem cair no clima de já ganhou, Guto confessa que divide o nervosismo de que tudo acabe logo da melhor forma possível.

“Sou de carne e osso, tenho os mesmos problemas. Sou ansioso, olha o meu tamanho. Mas procuro me manter o mais sereno quando possível até para não transmitir isso para dentro do campo. A cada gol, a gente comemora para descarregar, colocar para fora o que sentimos para reequilibrar o que absorvemos. Para poder ficar um pouco mais calmo e pensar as coisas certas. Por isso que não é decidido de uma cabeça só. São quatro, cinco, o que fazer, planejamento do jogo”, disse.



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