politica

quinta-feira, 17 de novembro de 2016 09:46

Deputada Fátima Nunes entregará título de cidadão baiano ao senador Paulo Paim

Em 2014, Paim foi considerado o segundo senador mais atuante do país, recebendo o Prêmio Congresso em Foco

fatima e paulo paim

Amanhã (18), o senador Paulo Paim, receberá o título de cidadão baiano. Proposta pela deputada estadual Fátima Nunes (PT), a Sessão Especial acontecerá no Plenário do Palácio Deputado Luís Eduardo Magalhães, na Assembleia Legislativa da Bahia (CAB), às 9h30. Paim é autor de projetos como Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003), Estatuto da Pessoa com Deficiência e Estatuto da Igualdade Racial.

Fátima fará a segunda entrega de titulo em menos de um mês. Em 20 de outubro a outorga foi para o professor Valdeci

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“Foi com muita alegria que apresentei a Indicação para entrega desse título ao senador Paim. Um militante, com acentuada dedicação ao social e respeito pelo país, sempre em defesa dos direitos dos trabalhadores, dos aposentados pensionistas e idosos, servidores públicos e assalariados. Dono de uma história pessoal e política, marcada pela incessante luta em prol da justiça social e da igualdade, onde defende com garra os direitos dos cidadãos brasileiros e todos àqueles que, de alguma forma, são discriminados em nossa sociedade”, declarou a parlamentar.

História – Filho do casal Itália Ventura da Silva Paim e Ignácio Alves Paim, Paulo Paim, que nasceu no dia 15 de março de 1950, em Caxias do Sul (RS), começou a trabalhar muito cedo. Aos oito anos, amassou barro em uma fábrica de vasos, depois foi vendedor de quadros e marceneiro. Aos doze anos, auxiliou seu tio trabalhando na feira livre, em Porto Alegre. Após essa experiência, Paim iniciou o estudo no ensino técnico profissionalizante do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), vaga conquistada por seu pai.

Ao concluir o estudo, o caxiense principiou sua vida profissional como operador metalúrgico profissional, lutando pelos direitos dos trabalhadores, levando-o a liderança sindical. Devido a força da ditadura da época, ao participar de uma passeata em defesa da democracia, perdeu o cargo de presidente.

Conhecendo cada vez mais a dificuldade dos desempregados, aposentados e trabalhadores, Paim passou cada vez mais a se envolver com o movimento sindical, tornando-se presidente do Sindicado dos Metalúrgicos de Canoas, da Central Estadual de Trabalhadores e Secretário Geral e Vice-Presidente da CUT Nacional.

Em 1986, foi eleito deputado federal para dar prosseguimento a sua luta pelos direitos da população, sendo o parlamentar mais votado da região Sul do país. Foi reeleito por quatro mandatos. A luta da Assembleia Nacional Constituinte foi um dos marcos de sua história. Em 2003 assumiu a vaga de senador, sendo eleito com mais de dois milhões e cem mil votos. Atuou como vice-presidente da Casa por dois anos e no biênio 2007/2008 assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH).

Em oito anos de Senado apresentou mais de mil propostas. Todas elas nasceram de um olhar atento à sua gente e se transformaram em ideias colocadas no papel, como se estivessem fecundando a terra, na esperança da colheita. É autor de várias leis, entre elas a Lei do Estatuto do Idoso (10.741/03) e da Lei 9.459/97, que prevê que crimes de racismo sejam inafiançáveis.

Em 2014, foi considerado o segundo senador mais atuante do país, recebendo o Prêmio Congresso em Foco. De acordo com o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Paim é um dos “Cabeças do Congresso”, único parlamentar a figurar em todas as edições e com nota 10. Segundo o ranking do site Atlas Político, idealizado por dois doutores de Harvard, o senador aponta como o melhor do país.

No último dia 6, o senador lançou, na 62ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre, o exemplar intitulado “O martelo, a pedra e o fogo”. A obra fala sobre democracia, liberdade e cidadania, onde o Martelo representa a democracia, a liberdade, a justiça, a igualdade, o voto, a Constituição cidadã de 1988 – uma das cartas sociais mais avançadas do mundo; a Pedra representa as “Pelejas” do Brasil: saúde, educação, infraestrutura, ciência e tecnologia, emprego e renda. Que país queremos? Que nação sonhamos?; E o fogo representa todos os brasileiros e brasileiras, mulheres e homens, de norte a sul, das cidades, dos campos, das florestas e do litoral. “Somente com o povo mobilizado, garganta rouca e bandeiras ao vento é que vamos mudar o Brasil”, declarou o senador em seu exemplar.

Fonte: Ascom da deputada estadual Fátima Nunes (PT-BA)



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