esporte

sexta-feira, 09 de dezembro de 2016 09:22

Zagueiro Neto evolui e deve acordar em breve; Ruschel pode voltar ao Brasil

De acordo com os médicos, nova amputação de Follmann foi de 2,5 cm; previsto era de 3 a 4

A equipe médica que está cuidando dos sobreviventes da tragédia com o avião da Chapecoense atualizou os boletins médicos. Em entrevista coletiva realizada na tarde desta quinta-feira (8), em Medellín, na Colômbia, os profissionais informaram que o zagueiro Neto tem evoluindo bem e pode acordar nos próximos dias. Além dele, estão no Hospital São Vicente os jogadores Alan Ruschel e Follmann e o jornalista Rafael Henzel.

“Neto é o que mais inspira cuidados. As medidas das últimas 24 horas surtiram efeito e melhorou o padrão respiratório dele. Isso facilita a ventilação. Nesta quinta-feira pela manhã começamos a diminuir a sedação e trocou o módulo controlado pelo espontâneo”, contou Edson Stakonski.

“Novamente a perna do Neto não tem sinais de infecção. Já aproximamos a parte da pela definitiva. Não pensamos em fazer um novo curativo, vamos deixar cicatrizar. Sinal animador”, comentou Sonagli.

Confira o panorama médico dos outros pacientes:

Alan Ruschel
“Foi transferido para o quarto na quarta-feira. Está caminhando bem, sem nenhum sinal de infecção. Começamos a pensar numa transferência, mas ainda não temos data”, falou Edson Stakonski.

Follmann
“Na quarta-feira, ele foi para o centro cirúrgico. Está bem também, conversando. Está com uma infecção, mas a evolução dele está satisfatória”, relatou Stakonski.

“Notícia animadora. Nosso plano inicial era aumentar de 3 a 4 cm a amputação, mas só houve necessidade de 2,5 cm. Vamos manter os cuidados e amanhã ele vai novamente para o centro cirúrgico para verificar se persiste a infecção”, explicou o ortopedista Marcos André Sonagli.

Rafael Henzel
“Ele foi ontem para o centro cirúrgico e transferido depois para a unidade de tratamento semi-intensivo. Está bem, ventilando bem e com a infecção controlada. Está sob vigilância”, completou Stakonski.

“Ele tinha luxação de dois dedos. Levamos ao centro cirúrgico para fazer de forma manual. Estamos esperando para deixá-lo em pé, porque ele tem uma fratura no pé direito. Vamos tentar deixá-lo em pé com muleta, de pé total ainda não tem como. O Rafael tem uma lesão pulmonar ainda por conta da fratura de sete costelas”, explicou ortopedista Marcos André Sonagli.

Correio



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