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quarta-feira, 15 de março de 2017 16:19

Subtenente da PM, mulher e filho são achados mortos em apartamento

O subtenente Cláudio Guimarães Müller de Azevedo, 43 anos, era lotado na 35ª CIPM. PM divulga nota de pesar

Família encontrada morta em apartamento: vizinhos ouviram tiros na madrugada

Um policial militar foi encontrado morto ao lado da esposa e do filho dentro do apartamento que a família morava, no bairro da Pituba, em Salvador. Segundo informações a Central de Polícia, na madrugada desta quarta-feira (15), vizinhos ouviram tiros vindos da residência, localizada no Loteamento Aquarius, e tentaram contato com os moradores, que não responderam.

De acordo com a PM, o subtenente Cláudio Guimarães Müller de Azevedo, 43 anos, foi achado baleado ao lado da esposa, a professora universitária e dona do Studio de Pilates e NeoPilates Equilíbrio do Corpo, Catarina Teixeira Müller, 39, e do filho Lucas, 12. A família morava no 11º andar do bloco B, do Edifício Arpoador, na Rua Clara Nunes, próximo ao Colégio Anchietinha.

Ainda segundo a Central de Polícia, vizinhos chamaram parentes das vítimas que, na manhã desta quarta, foram até o prédio e abriram o apartamento, encontrando os corpos. A 13ª CIPM também esteve no local.

Conforme a PM, as mortes serão investigadas pela Polícia Civil. O subtenente Cláudio Guimarães Müller de Azevedo era lotado na 35ª CIPM e há 18 anos integrava a corporação. O 11º andar do prédio foi isolado para a realização da perícia.

De acordo com o capitão André Álvares, da 35ª CIPM, os membros da corporação descobriram que o colega havia morrido porque ele não compareceu ao trabalho nesta quarta-feira. O PM estava escalado para acompanhar as manifestações na região do Iguatemi.

Como ele não apareceu, colegas foram ao prédio dele, tocaram a campainha, mas ninguém atendeu. Ele então procuraram o síndico, que informou que um tio teria a chave do apartamento. Com a chegada deste parente, a residência foi aberta e os corpos encontrados. O corpo de Catarina, ainda segundo o oficial, estava no quarto do casal.

O capitão André não viu mudanças no comportamento do subtenente Cláudio que demonstrassem algum desequilíbrio.”Eu não vi mudanças no comportamento dele nos últimos dias. Ontem ele conversou, brincou. Se me perguntassem se isso aconteceria hoje eu não diria que sim. Era um profissional honesto e alta qualidade. A corporação inteira está consternada”, contou o oficial

Correio



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