politica

quinta-feira, 18 de maio de 2017 16:37

“Fora Temer não é mais um grito: é uma ordem do povo”, afirma deputada estadual Neusa Cadore

"O Brasil quer eleições diretas já", afirma parlamentar

Neusa Cadore

Após as denúncias dos donos da JBS que revelam gravações de Michel Temer autorizando a compra do silêncio de Eduardo Cunha, a deputada estadual Neusa Cadore (PT) disse que é insustentável a permanência de Temer. “É mais uma prova do golpe articulado por Temer, Cunha, Aécio e aliados. É insustentável e inaceitável a permanecia de Temer na presidência. Fora Temer não é mais um grito, é uma ordem do povo para a saída desse presidente ilegítimo, traidor e comprovadamente corrupto. O Brasil quer eleições diretas já”, defendeu Neusa.

As denúncias foram reveladas no site de O Globo na noite de quarta-feira (17). Segundo o jornal, os empresários foram ao STF fazer uma denúncia ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato. Além de Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também foi gravado pedindo R$ 2 milhões a um dos donos da JBS, Joesley Batista. A propina foi entregue a um primo de Aécio e, segundo reportagem, a cena foi filmada pela Polícia Federal.

Na manhã desta quinta-feira (18), Aécio, que é presidente do PSDB, foi afastado do cargo de senador pelo relator da Operação Lava Jato no Supremo, ministro Luiz Edson Fachin.  O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do senador mineiro, mas Fachin determinou apenas o afastamento imediato de Aécio e decidiu submeter o pedido de prisão ao plenário.

A irmã do senador, Andréa Neves, foi presa nesta quinta em um condomínio de luxo em Belo Horizonte. Há mandados de busca e apreensão nas residências de Aécio em Brasília, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, além do gabinete do parlamentar no Congresso. São alvos ainda desta operação os gabinetes do senador Zezé Perrela (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). O peemidebista foi indicado por Temer para intermediar uma negociação com a JBS, empresa dos delatores e irmãos Joesley e Wesley Batista.

Fonte: ASCOM Parlamentar



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