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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017 17:40

RJ – Polícia identifica homem que atirou e matou camelô natural de Nova Fátima, em Copacabana

Divisão de Homicídios pediu a prisão do suspeito, que é vendedor de cangas assim como a vítima. Odair dos Santos trabalhava nas areias há 15 anos.

Criminoso teria feito pelo menos quatro disparos contra a vítima

A Polícia Civil identificou como Irisvaldo de Souza Santana, de 23 anos, o homem que teria disparado quatro tiros contra um vendedor de cangas Odair dos Santos, de 31, na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, e pediu a prisão do suspeito.

O delegado titular da Divisão de Homicídios da Capital (DH-Capital), Fábio Cardoso, confirmou que, assim como a vítima, o suspeito também e trabalhava nas areias há 15 anos. O crime aconteceu no último sábado (23).

“O motivo do desentendimento foi uma briga pelo ponto de venda dos produtos que comercializam [biquínis e cangas] em Copacabana. Este desentendimento já vinha de três meses atrás, inclusive por causa dos preços dos produtos. A DH-Capital está fazendo diligências desde sábado para localizar e prender o autor, que hoje é considerado foragido”, explicou o delegado.

Houve muita correria no momento dos disparos

Odair foi morto a tiros no trecho que fica entre as ruas Bolívar e Barão de Ipanema. A Polícia Militar afirmou que agentes do 19º BPM (Copacabana) foram acionados para o caso e a vítima chegou a ser levada para o Hospital Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos.

Os investigadores da DH-Capital já estiveram no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, na Ilha do Governador, e também em uma favela no Recreio dos Bandeirantes para tentar encontrar Irisvaldo. O suspeito, no entanto, permanece foragido.

Segundo o delegado, pessoas que têm informações que ajudem a localizar Irisvaldo – também conhecido como Íris – podem entrar ligar para o telefone da própria DH-Capital (2333-6393) ou para o Disque-denúncia (2253-1177).

Odair estava no Rio a cerca de oito anos, junto com outros quatro irmãos

O irmão de Odair, Jeruso dos Santos, disse que a vítima trabalhava como vendedor nas praias há 15 anos e morava na Ilha do Governador. Desesperado, ele questionou a falta de segurança em plena Zona Sul e cobrou punição ao assassino de seu irmão.

“Meu irmão não tinha problemas com ninguém, sempre trabalhou aqui e tiraram a vida dele banalmente, isso é muito absurdo! Ele armou a tenda dele para trabalhar aqui em frente ao [hotel] Pestana”, lamentou Jeruso, contando ainda ter sido informado por testemunhas de que duas ou três pessoas teriam envolvimento na morte de Odair.

CN* G1



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