Eleições 2022

ACM Neto vira alvo de ataques, de novo, em debate e é chamado de “covarde” e “fujão”

O debate na TVE teve a participação de João Roma (PL), Kleber Rosa (PSOL) e Jerônimo Rodrigues (PT)

Candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto foi novamente alvo de críticas dos adversários por não comparecer ao debate promovido pela TVE na noite desta terça-feira (6). O ex-prefeito soteropolitano já tinha sido atacado por se ausentar do debate da Bandeirantes em agosto.

Jerônimo Rodrigues, candidato do PT, chamou Neto de “candidato fujão”. “Infelizmente, mais uma vez, o candidato fujão não vem ao debate para debater com a sociedade, com os candidatos, as propostas que nós temos para governar a Bahia”, disse ele.

Já João Roma, postulante do PL, disse que o ex-prefeito de Salvador era “covarde” por não comparecer ao debate. “É realmente lamentável a ausência do candidato covarde. Montou uma chapa que poderia ser registrada na Junta Comercial, e não no TRE”, declarou.

Educação

A educação foi um dos temas do primeiro bloco do debate. Kleber Rosa, candidato do PSOL, prometeu valorizar os professores, se eleito governador da Bahia. O socialista criticou o governador Rui Costa (PT) por ainda não pagar os precatórios dos docentes.

“Pensar a educação do ensino médio passa por uma reforma absoluta na educação. Valorizando, sobretudo, os professores. Pague os precatórios dos professores. Você (Rui Costa) prometeu que ia pagar. Dia 1º aconteceu a chegada dos recursos, e não pagou”, disse ele.

Jerônimo Rodrigues ressaltou que o governador enviará ainda nesta semana um projeto para Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para ter uma lei que garanta o pagamento dos precatórios do professor.

Roma criticou o desempenho de Jerônimo Rodrigues quando este foi secretário de Educação da Bahia. “Como é que o senhor tem a ousadia para falar de educação? O senhor é um dos responsáveis pela Bahia ostentar o troféu de um dos piores ensinos do Brasil”, afirmou ele. Jerônimo Rodrigues rebateu: “o seu governo foi o que mais detonou a educação pública”, ao se referir a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Fonte: Metro 1