Os criadores de ovinos do município de Itiúba continuam enfrentando uma dura realidade com sucessivos ataques de cães, que têm provocado prejuízos significativos à atividade rural. O problema, que não é recente, segue sem solução prática no local considerado o epicentro dos casos dentro do Território do Sisal.
O episódio mais recente reforça a gravidade da situação. Na última Sexta-Feira Santa, criadores da região de Ichu, zona rural do município, voltaram a registrar um ataque. Diversas ovelhas foram mortas dentro do próprio curral, gerando prejuízo financeiro e revolta entre os produtores. A ação dos cães, mais uma vez, ocorreu de forma violenta e inesperada.
De acordo com relatos de produtores, os ataques costumam acontecer principalmente durante a madrugada, quando matilhas invadem propriedades e dizimam rebanhos inteiros. Em muitos casos, os animais não chegam a ser consumidos, o que reforça o comportamento agressivo e descontrolado dos cães. A situação tem gerado insegurança constante entre os criadores, que veem seus investimentos sendo perdidos de forma recorrente.
Entre os cerca de 20 municípios que compõem o Território do Sisal, Itiúba desponta como um dos que mais registraram ocorrências desse tipo nos últimos anos, segundo levantamento acompanhado pelo Calila Notícias, que frequentemente tem dado visibilidade ao problema.
Como tentativa de enfrentamento, o Governo do Estado da Bahia já destinou um castramóvel para os municípios da Bacia do Jacuípe. A iniciativa tem como objetivo promover a castração de cães, visando o controle populacional e, consequentemente, a redução de ataques.

No entanto, apesar de representar um avanço importante, a ação ainda não chegou de forma efetiva à área mais afetada em Itiúba, o que tem gerado críticas por parte dos produtores. Para eles, a medida precisa ser direcionada com urgência para o município, onde os prejuízos seguem se acumulando.
Especialistas apontam que o controle populacional de cães é uma das estratégias mais eficazes a médio e longo prazo para reduzir esse tipo de ocorrência. Porém, enquanto a solução definitiva não se consolida, criadores seguem vulneráveis e cobram respostas mais rápidas das autoridades.
Diante do cenário, a expectativa é de que o Estado intensifique as ações justamente onde o problema é mais grave, garantindo que a política pública já em andamento alcance quem mais precisa e minimize os impactos enfrentados pelos produtores da região.
De acordo com relatos de produtores, os ataques costumam acontecer principalmente durante a madrugada, quando matilhas invadem propriedades e dizimam rebanhos inteiros. Em muitos casos, os animais não chegam a ser consumidos, o que reforça o comportamento agressivo e descontrolado dos cães. A situação tem gerado insegurança constante entre os criadores, que veem seus investimentos sendo perdidos de forma recorrente.
Entre os cerca de 20 municípios que compõem o Território do Sisal, Itiúba desponta como um dos que mais registraram ocorrências desse tipo nos últimos anos, segundo levantamento acompanhado pelo Calila Notícias, que frequentemente tem dado visibilidade ao problema.
Como tentativa de enfrentamento, o Governo do Estado da Bahia já destinou um castramóvel para os municípios da Bacia do Jacuípe. A iniciativa tem como objetivo promover a castração de cães, visando o controle populacional e, consequentemente, a redução de ataques.
No entanto, apesar de representar um avanço importante, a ação ainda não chegou de forma efetiva à área mais afetada em Itiúba, o que tem gerado críticas por parte dos produtores. Para eles, a medida precisa ser direcionada com urgência para o município, onde os prejuízos seguem se acumulando.
Especialistas apontam que o controle populacional de cães é uma das estratégias mais eficazes a médio e longo prazo para reduzir esse tipo de ocorrência. Porém, enquanto a solução definitiva não se consolida, criadores seguem vulneráveis e cobram respostas mais rápidas das autoridades.
Diante do cenário, a expectativa é de que o Estado intensifique as ações justamente onde o problema é mais grave, garantindo que a política pública já em andamento alcance quem mais precisa e minimize os impactos enfrentados pelos produtores da região.



