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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018 16:09

Ex-vice prefeito de Ourolândia é assassinado em Candeias

A Polícia Civil investiga o caso e não há informações sobre a real motivação do crime.

Ao baixar o vidro do carro, Roberto foi atingido por disparos de arma de fogo

Na manhã desta quarta-feira, 17, o ex-vice prefeito de Ourolândia, José Roberto Soares Vieira, 47 anos, conhecido como Roberto do PT, foi assassinado na cidade de Candeias, na região metropolitana de Salvador.

Segundo informações, um homem não identificado vinha há dois dias pedindo emprego na empresa de Roberto, que falou que aguardasse ate surgir uma vaga.

Empresário foi morto dentro do carro

Quando Roberto chegada na loja com o seu motorista, foi abordado novamente pelo homem. Ao baixar o vidro do carro, Roberto foi atingido por disparos de arma de fogo efetuados pelo elemento, que fugiu do local em uma moto com um comparsa.

A Polícia Civil investiga o caso e não há informações sobre a real motivação do crime. Familiares ainda não definiram, se o sepultamento será em Candeias, ou na cidade de Ourolândia.
Roberto foi alvo de condução coercitiva em fase da Lava Jato
De acordo com reportagem veiculada no site Bahia Noticias em 23/11/2017, Roberto  foi alvo de condução coercitiva pela 47ª fase da Operação Lava Jato, a Operação Sothis. Policiais federais também cumpriram mandado de busca e apreensão no imóvel do petista, no Condomínio Alphaville, no Litoral Norte.
As ordens judiciais foram cumpridas na terça-feira (21/11), quando a operação foi deflagrada e prendeu o ex-gerente da Transpetro, José Antônio de Jesus. Segundo a reportagem, Roberto era sócio da empresa JRA Transportes, que teria sido usada no esquema de repasse de propina que é investigado pela força-tarefa.
Em depoimento à Polícia Federal, o ex-prefeito disse que o filho de José Antônio, Victor Hugo Fonseca de Jesus, também era societário da empresa, mas seu pai gerenciava a parte financeira do negócio desde 2008. Em 2011 os dois passaram uma procuração para José Antônio em nome da empresa, mas, segundo Roberto, a JRA foi dissolvida judicialmente por iniciativa própria, porque ele não concordava com a conduta do ex-gerente da Transpetro.
CN * Augusto Urgente/Bahia  Noticias


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