Território do sisal – Um processo que tramita na Vara Criminal de Conceição do Coité, o advogado de defesa requereu à Justiça a concessão de prisão domiciliar em caráter especial para o soldado da Polícia Militar Othon Carlos, que está preso há pouco mais de um ano, suspeito de assassinar o advogado Élido Ernesto Reyes Júnior em 11 fevereiro do ano passado. A prisão aconteceu 11 dias depois, ou seja, dia 22.
O objetivo da defesa é permitir que o militar continue frequentando o curso em que está matriculado. As informações são do Portal Raízes.
A ação penal, registrada no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi protocolada no dia 26 de fevereiro de 2026, ou seja, a menos de três semanas.
Segundo a jornalista Rafaela Rodrigues, no processo, a defesa apresenta documentos que comprovam a matrícula do estudante e argumenta que a medida permitiria a continuidade das atividades acadêmicas. Entre os documentos anexados estão comprovantes de inscrição e de matrícula, além de petições da defesa solicitando a análise do pedido pelo Judiciário.
O processo corre em segredo de justiça, o que impede a divulgação de detalhes sobre o caso e sobre as circunstâncias da prisão. A decisão sobre o pedido está sendo analisada pela Vara Criminal de Conceição do Coité.
Caso o pedido seja aceito, o acusado poderá cumprir a medida em regime domiciliar, seguindo as condições que eventualmente forem estabelecidas pela Justiça.
O processo está sendo conduzido por juiz substituto, pois o juiz titular da vara criminal, Gerivaldo Neiva, requereu ao Tribunal de Justiça da Bahia, alegando motivo de foro íntimo.




